1.29.2011

Uca camera dos deputados

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1.15.2011

DICAS PARA GESTORES

Uma reportagem na Nova Escola dá dicas a Gestores(Acessem http://revistaescola.abril.com.br)

Informática: sete passos para o futuro
Ações simples para inserir a equipe e os alunos em uma verdadeira cultura virtual

Gustavo Heidrich (gestao@atleitor.com.br)

Que tal trocar a caneta e o papel pelo teclado na hora de elaborar a ata da reunião de planejamento, organizar um espaço de formação tecnológica para os professores dentro do horário coletivo de trabalho ou incentivá-los a construir planilhas de acompanhamento do aprendizado dos alunos no computador?

Mais sobre o tema

Reportagens

* Relação de sites que podem ajudar no uso das tecnologias
* Crônica (da crônica) informatização escolar
* Podemos vencer a exclusão digital - Léa Fagundes
* A conexão que faz a diferença. Mesmo
* Tão longe, tão perto
* Robótica sem usar o computador

Essas ações podem quebrar a resistência da equipe e criar um ambiente favorável para desenvolver e fortalecer em sua escola o hábito de usar a informática nos processos do dia-a-dia. Os gestores podem e devem favorecer a utilização de novas mídias ao lançar mão de estratégias como essas.

Léa Fagundes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), lembra que antes de tudo é preciso facilitar o acesso. “Alguns diretores impedem que o laboratório seja usado, com medo de os alunos danificarem os equipamentos.” NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR elaborou uma lista de sete passos que podem ajudar sua escola a tomar o rumo do futuro.



1. Colocar máquinas em uso
Ilustrações: Cellus


Faça um levantamento dos recursos de que a escola dispõe. Relacione computadores, televisores, aparelhos de vídeo e DVD, máquinas fotográficas e de vídeo, gravadores de voz e microfones. Todos esses equipamentos são ferramentas de ensino. “Os recursos devem estar na mão de alunos e professores. Não dá para ter um controle autoritário do uso. Empregar novas mídias para favorecer a aprendizagem é falar em processos de criação. Por isso, o ponto de partida é a liberdade de acesso”, destaca Lia Paraventi, coordenadora de informática educativa da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

2. Inserir no projeto pedagógico
Ilustrações: Cellus


Na EMEF Pracinhas da FEB, na capital paulista, gestores e professores escolhem, nas reuniões de planejamento, as linguagens que serão usadas nos projetos. “Em 2008, trabalhamos a produção de um jornal no computador, do texto à diagramação”, conta Paloma Fernandez, orientadora de Informática Educativa da escola. Os professores das disciplinas envolvidas se reuniram com ela no horário de trabalho coletivo para juntar conteúdo e tecnologia. Em História, os alunos produziram notícias sobre a Revolução de 1930 e as guerras mundiais. Em Matemática, criaram um encarte com desafios de lógica, e em Ciências, reportagens sobre higiene e prevenção de doenças. Este ano, as turmas aprenderão a fazer audiovisuais.

3. Formar a equipe

Se o mouse ainda é um objeto estranho para a equipe (ou só para você), promova um curso de capacitação. Márcia Jubett, diretora da EMEF Marta Wartenberg, em Novo Hamburgo, na Grande Porto Alegre, mal sabia ligar o computador, mas isso não a impediu de informatizar a escola. “Criamos um espaço para a formação dentro do horário coletivo de trabalho e passamos a discutir a montagem de projetos didáticos usando novas mídias.” A professora de informática repassa à equipe o que aprende em cursos oferecidos pelas secretarias municipal e estadual. Outra ideia é incentivar os professores que já dominam as linguagens a compartilhar seus saberes com o grupo.

4. Mudar a gestão
Ilustrações: Cellus


Escola que não tem pessoal suficiente para coordenar o uso do laboratório de informática pode fazer um projeto com alunos monitores. “Isso ajuda no comprometimento com as atividades”, analisa Márcia Padilha, coordenadora do Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa, da Organização de Estados Ibero-Americanos. O essencial é dar condições para que os estudantes entrem no laboratório nos horários em que não estão em aula (a escola e a sala de informática têm de estar abertas e em condições de uso), além de acompanhar o trabalho. Os equipamentos precisam de manutenção e atualização. Um bom caminho é definir regras de uso de sites e comunidades virtuais e gerir o acesso e a organização das atividades dentro e fora do laboratório.

5. Usar a tecnologia todo dia
Substituir a correspondência em papel com os pais por e-mails personalizados, colocar os balancetes de gastos numa planilha digital, construir arquivos para o acompanhamento das aprendizagens dos alunos ou criar uma comunidade virtual para compartilhar o resultado das reuniões de planejamento são exemplos de como a informática pode estar presente na gestão da escola. Na EE Professora Neuza Maria Nazatto de Carvalho, em Santa Bárbara do Oeste, a 130 quilômetros de São Paulo, a diretora Sirlei Dantes adotou a digitalização das planilhas com as notas dos 850 alunos. “Para quebrar a resistência dos professores, fizemos um trabalho de formação mostrando que a mudança facilitaria os processos. Hoje eles editam online esse material. Na direção, acrescentamos outros dados dos estudantes e enviamos por e-mail para a secretaria”, ensina a diretora.

6. Sair do laboratório
Ter um espaço reservado para os computadores é importante, mas, com o tempo, o laboratório convencional pode se transformar num espaço de produção multimídia com som e imagem. Ganha muito a escola que instala uma rede sem fio e cria ambientes de aprendizagem com computadores portáteis – para o uso dos alunos ou na formação dos professores.

7. Integrar a comunidade
É importante criar redes de relacionamento e cooperação com o entorno. “Muitas vezes, a escola é o único lugar onde o aluno tem acesso à tecnologia. Por isso, ela precisa dar a ele os instrumentos para a socialização e inserção no mercado de trabalho”, afirma José Manuel Moran, pesquisador em Tecnologias da Educação da Universidade de São Paulo (USP).

1.07.2011

Conheça as metas que compõem o Plano Nacional de Educação 2011-2020

Plano Nacional de Educação 2011-2020

Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4
e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a
atender a 50% da população de até 3 anos.

Meta 2: Criar mecanismos para o acompanhamento individual de cada estudante
do ensino fundamental.

Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a
população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de
matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.

Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento
escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de
ensino.

Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os 8 anos de
idade.

Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas
de educação básica.

Meta 7: Atingir as médias nacionais para o Ideb já previstas no Plano de
Desenvolvimento da Educação (PDE)

Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo
a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da
região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, bem como
igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à
redução da desigualdade educacional.

Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais
para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e
reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.

Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens
e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do
ensino fundamental e no ensino médio.

Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de
nível médio, assegurando a qualidade da oferta.

Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50%
e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a
qualidade da oferta.

Meta 13: Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da
atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior
para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do
total, 35% doutores. 7 estratégias.

Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação
stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25
mil doutores. 9 estratégias.

Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o
Distrito Federal e os municípios, que todos os professores da educação
básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso
de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.

Meta 16: Formar 50% dos professores da educação básica em nível de
pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação
continuada em sua área de atuação.

Meta 17: Valorizar o magistério público da educação básica a fim de
aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de
onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com
escolaridade equivalente.

Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de
carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de
ensino.

Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos
estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação comissionada
de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e
desempenho e à participação da comunidade escolar.

Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em educação
até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do
País.


--

Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil
Em Brasília

12.16.2010

4.30.2007

Atividades de interação na escola

Durante o mês de amarço e abril aconteceram atividades de interação na escola com elaboração de PA com os alunos. A escola escolhida foi Colégio Estadual José Lange do município de Augusto Pestana. As atividades estão disponíveis em http://joselange.pbwiki.com

12.07.2006

EDUCAÇÃO, SUBJETIVIDADE E CULTURA

EDUCAÇÃO, SUBJETIVIDADE E CULTURA é um texto que lemos em função de atividade proposta no PORA05. Muito significativo. Trata da importância da cultura das significações, das imagens (meios de comunicação) e de sua fundamental presença no cotidiano das pessoas. Temos a mídia consituída como lugar de verdade. É responsável por um imenso volume de trocas simbólicas e materiais. Na escuação busca-se propostas concretas de como intervir, é necessários megaprojetos nacionais de integração da esolca, reedição dos tempos e novos desafios em relação ao jogo de lutas cimbólicas. Novos ícones, imagens, palavras, frases alimentam o jogo e economia mundial. Acredita-se que a escola possa desempenhar um papel de releitura dos acontecimentos soiciais e suas inúmeras versões. Há necessidade da criação de espaços onde a criança/adolescente possam encontrar referências suficientes para aprender a organizar, selecionar as informações.

10.22.2006

I Seminário Comunidade Proinfo


Sucesso!! Com muito sucesso se realizou no dia 19 e 20 de outubro o I Seminário On Line da Comunidade Proinfo. A professora Iris e a professora Beatriz, abriram o evento realizando uma excelente palestra para todo os ouvintes. Caso vc queira acessar está dipónível em http://www.comunidadeproinfo.escolabr.com/index.html

Construção de novos saberes

Com relação ao PA, pode-se observar que a construção de novos saberes implica em contrapor informações, saber filtrar informações. O professor deverá intervir para deixar claro a dúvia do aluno, orientear o aluno na elaboração de certezas e dúvidas, apotando para novas dúvidas temporárias.

Espaço e tempo

Sempre soube do dilema espaço/tempo. Acredtiam, mas estive vendo a última postagem, nossa!!! Foi em setembro. Faz tempo. Espero não ser mal entendina, mas... tenho muitos registros de estudos no meu caderno de anotações por isso, vou recuperar, um pouquinho do que foi todo esse tempo de estudo.

9.14.2006

Síntese do Fórum PA


Fui convidada para elaborar a síntese do fórum envolvendo Estudo de caso. Estou postando a minha primeira versão dessa síntese.

8.30.2006

Projetos de Aprendizagem e Pesquisa


Ao longo do curso algumas coisas estão sendo esclarecidas. O texto "diferenças e similaridades entre Projetos de Pesquisa e Aprendizagem" possibilitou entender as diferenciações e aproximações entre ambos. Lendo o texto percebe-se que a Aprendizagem por Projeto é uma metodologia, onde ajuda no desenvolvimento do pensamento do aluno. O Projeto de Pesquisa contempla elementos desse. A Pesquisa necessita também da formulação de questão. O pesquisador, segundo o texto, é "o aartesão intelectual" enquanto a matéria-prima "é a vivência do pesquisador capaz de pesnaar e sistematizar". Para mim isso tudo vem contribuir numa linha de leituras epistemológicas que venho fazendo, principalmente no pensamento de Bachelard, quando trabalha a questão da formação do Espírito Científico.
Mas nessa leituras todos ficou mais claro a função do Diário, ou melhor esse blog. O Diário, teria a função de anotar fatos e pesnamentos, para que possamos desenvolver e sistematizar nosso pesnamento, num processo reflexão-ação. Isso estaria contribuíndo a manter um espírito de aprendizagem.

8.18.2006

Conteúdo: Para que? e por quê?

As discuções em torno dos conteúdos nas escolas, indicam a estrutua estática e descontextualizados dos mesmos. Muitas escolas buscam avançar suas discussões em torno dos Projetos. Porém esses trabalhos estão muito longe de uma perspectiva construtivista, ou então os chamados PA. Entendemos que a visão construtivista enfasiza-se na ação e na experimentação pelo aluno. Assim, os conteúdos trabalhados estão em função das necessidades do aluno para aquele projeto. Nessa perspectiva resta-nos refletir sobre a função do professor construtivista. Há um grande desafio para esse professor, pois o mesmo, deverá tuilizar-se de estratégias e perguntas "inteligentes", as quais conduziriam a novas aprendizagens nos sujeitos.

8.17.2006

Aprendizagem por Projeto

Os estudos dessa semana possibilitaram constatar algumas caracterísitcas da aprendizagem por projeto. Um fator importante é a formulação da questão pelo autor do projeto. O projeto é gerado pelos conflitos,pelas perturbações no sistema de siginifcações. A aprednizagem é o centro da autoria e compreensão do sujeito que realiza um projeto. Trata-se de uma metodologia de abordagem em sala de aula.

8.08.2006

Método Clínico Piagetiano

O método clínico Piagetiano, foi uma importante contribuição utilizado em 1926, por Piaget. Pretendia-se avaliar o comportamento infantil e expretimentalismo de técnicas psicométricas. Tal método enfatiza o estudo das perguntas espontâneas das crianças. Em nosso contexto atual, acredito que muitas escolas buscam aproximar-se de tal método. Sabemos que um desafio ao educador é torná-lo sujeito reflexivo de sua prática pedagógica, ou seja: professor pesquisador. Assim, ao instituir essa prática de questionamentos o professor poderia potencializar novas respostas e novos caminhos processo da aprendizagem.

8.03.2006

Escola Virtual


A escola virtual é uma experiência única. Envolve contatos múltiplos e frequentes de alunos com alunos, de alunos com professores, de alunos e professores com interlocutores externos, com grupos e listas de discussão sobre assuntso diversos. Envolve também participantes de projetos comuns, que buscam problematizar, discutir e dando forma a outra comunidade educativa, uma comunidade de pesquisa.

8.01.2006

Agosto




Nosso Sul está um pouquinho frio essa semana. Os estudos ainda estão no uso dos aplicativos e leituras.