1.29.2011
Uca camera dos deputados
1.26.2011
1.15.2011
DICAS PARA GESTORES
Informática: sete passos para o futuro
Ações simples para inserir a equipe e os alunos em uma verdadeira cultura virtual
Gustavo Heidrich (gestao@atleitor.com.br)
Que tal trocar a caneta e o papel pelo teclado na hora de elaborar a ata da reunião de planejamento, organizar um espaço de formação tecnológica para os professores dentro do horário coletivo de trabalho ou incentivá-los a construir planilhas de acompanhamento do aprendizado dos alunos no computador?
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Essas ações podem quebrar a resistência da equipe e criar um ambiente favorável para desenvolver e fortalecer em sua escola o hábito de usar a informática nos processos do dia-a-dia. Os gestores podem e devem favorecer a utilização de novas mídias ao lançar mão de estratégias como essas.
Léa Fagundes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), lembra que antes de tudo é preciso facilitar o acesso. “Alguns diretores impedem que o laboratório seja usado, com medo de os alunos danificarem os equipamentos.” NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR elaborou uma lista de sete passos que podem ajudar sua escola a tomar o rumo do futuro.
1. Colocar máquinas em uso
Ilustrações: Cellus
Faça um levantamento dos recursos de que a escola dispõe. Relacione computadores, televisores, aparelhos de vídeo e DVD, máquinas fotográficas e de vídeo, gravadores de voz e microfones. Todos esses equipamentos são ferramentas de ensino. “Os recursos devem estar na mão de alunos e professores. Não dá para ter um controle autoritário do uso. Empregar novas mídias para favorecer a aprendizagem é falar em processos de criação. Por isso, o ponto de partida é a liberdade de acesso”, destaca Lia Paraventi, coordenadora de informática educativa da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.
2. Inserir no projeto pedagógico
Ilustrações: Cellus
Na EMEF Pracinhas da FEB, na capital paulista, gestores e professores escolhem, nas reuniões de planejamento, as linguagens que serão usadas nos projetos. “Em 2008, trabalhamos a produção de um jornal no computador, do texto à diagramação”, conta Paloma Fernandez, orientadora de Informática Educativa da escola. Os professores das disciplinas envolvidas se reuniram com ela no horário de trabalho coletivo para juntar conteúdo e tecnologia. Em História, os alunos produziram notícias sobre a Revolução de 1930 e as guerras mundiais. Em Matemática, criaram um encarte com desafios de lógica, e em Ciências, reportagens sobre higiene e prevenção de doenças. Este ano, as turmas aprenderão a fazer audiovisuais.
3. Formar a equipe
Se o mouse ainda é um objeto estranho para a equipe (ou só para você), promova um curso de capacitação. Márcia Jubett, diretora da EMEF Marta Wartenberg, em Novo Hamburgo, na Grande Porto Alegre, mal sabia ligar o computador, mas isso não a impediu de informatizar a escola. “Criamos um espaço para a formação dentro do horário coletivo de trabalho e passamos a discutir a montagem de projetos didáticos usando novas mídias.” A professora de informática repassa à equipe o que aprende em cursos oferecidos pelas secretarias municipal e estadual. Outra ideia é incentivar os professores que já dominam as linguagens a compartilhar seus saberes com o grupo.
4. Mudar a gestão
Ilustrações: Cellus
Escola que não tem pessoal suficiente para coordenar o uso do laboratório de informática pode fazer um projeto com alunos monitores. “Isso ajuda no comprometimento com as atividades”, analisa Márcia Padilha, coordenadora do Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa, da Organização de Estados Ibero-Americanos. O essencial é dar condições para que os estudantes entrem no laboratório nos horários em que não estão em aula (a escola e a sala de informática têm de estar abertas e em condições de uso), além de acompanhar o trabalho. Os equipamentos precisam de manutenção e atualização. Um bom caminho é definir regras de uso de sites e comunidades virtuais e gerir o acesso e a organização das atividades dentro e fora do laboratório.
5. Usar a tecnologia todo dia
Substituir a correspondência em papel com os pais por e-mails personalizados, colocar os balancetes de gastos numa planilha digital, construir arquivos para o acompanhamento das aprendizagens dos alunos ou criar uma comunidade virtual para compartilhar o resultado das reuniões de planejamento são exemplos de como a informática pode estar presente na gestão da escola. Na EE Professora Neuza Maria Nazatto de Carvalho, em Santa Bárbara do Oeste, a 130 quilômetros de São Paulo, a diretora Sirlei Dantes adotou a digitalização das planilhas com as notas dos 850 alunos. “Para quebrar a resistência dos professores, fizemos um trabalho de formação mostrando que a mudança facilitaria os processos. Hoje eles editam online esse material. Na direção, acrescentamos outros dados dos estudantes e enviamos por e-mail para a secretaria”, ensina a diretora.
6. Sair do laboratório
Ter um espaço reservado para os computadores é importante, mas, com o tempo, o laboratório convencional pode se transformar num espaço de produção multimídia com som e imagem. Ganha muito a escola que instala uma rede sem fio e cria ambientes de aprendizagem com computadores portáteis – para o uso dos alunos ou na formação dos professores.
7. Integrar a comunidade
É importante criar redes de relacionamento e cooperação com o entorno. “Muitas vezes, a escola é o único lugar onde o aluno tem acesso à tecnologia. Por isso, ela precisa dar a ele os instrumentos para a socialização e inserção no mercado de trabalho”, afirma José Manuel Moran, pesquisador em Tecnologias da Educação da Universidade de São Paulo (USP).
1.12.2011
1.07.2011
Conheça as metas que compõem o Plano Nacional de Educação 2011-2020
Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4
e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a
atender a 50% da população de até 3 anos.
Meta 2: Criar mecanismos para o acompanhamento individual de cada estudante
do ensino fundamental.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a
população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de
matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento
escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de
ensino.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os 8 anos de
idade.
Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas
de educação básica.
Meta 7: Atingir as médias nacionais para o Ideb já previstas no Plano de
Desenvolvimento da Educação (PDE)
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo
a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da
região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, bem como
igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à
redução da desigualdade educacional.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais
para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e
reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens
e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do
ensino fundamental e no ensino médio.
Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de
nível médio, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50%
e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a
qualidade da oferta.
Meta 13: Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da
atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior
para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do
total, 35% doutores. 7 estratégias.
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação
stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25
mil doutores. 9 estratégias.
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o
Distrito Federal e os municípios, que todos os professores da educação
básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso
de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
Meta 16: Formar 50% dos professores da educação básica em nível de
pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação
continuada em sua área de atuação.
Meta 17: Valorizar o magistério público da educação básica a fim de
aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de
onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com
escolaridade equivalente.
Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de
carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de
ensino.
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos
estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação comissionada
de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e
desempenho e à participação da comunidade escolar.
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em educação
até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do
País.
--
Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil
Em Brasília
12.16.2010
GALERIA DE VÍDEOS- ASTRONOMIA
Galeria de vídeos
http://www.pion.sbfisica.org.br/pdc/index.php/por/Multimidia/Videos/Astronomia-Fundamental
4.30.2007
Atividades de interação na escola
12.07.2006
EDUCAÇÃO, SUBJETIVIDADE E CULTURA
10.22.2006
I Seminário Comunidade Proinfo

Sucesso!! Com muito sucesso se realizou no dia 19 e 20 de outubro o I Seminário On Line da Comunidade Proinfo. A professora Iris e a professora Beatriz, abriram o evento realizando uma excelente palestra para todo os ouvintes. Caso vc queira acessar está dipónível em http://www.comunidadeproinfo.escolabr.com/index.html
Construção de novos saberes
Espaço e tempo
9.14.2006
Síntese do Fórum PA
8.30.2006
Projetos de Aprendizagem e Pesquisa
Ao longo do curso algumas coisas estão sendo esclarecidas. O texto "diferenças e similaridades entre Projetos de Pesquisa e Aprendizagem" possibilitou entender as diferenciações e aproximações entre ambos. Lendo o texto percebe-se que a Aprendizagem por Projeto é uma metodologia, onde ajuda no desenvolvimento do pensamento do aluno. O Projeto de Pesquisa contempla elementos desse. A Pesquisa necessita também da formulação de questão. O pesquisador, segundo o texto, é "o aartesão intelectual" enquanto a matéria-prima "é a vivência do pesquisador capaz de pesnaar e sistematizar". Para mim isso tudo vem contribuir numa linha de leituras epistemológicas que venho fazendo, principalmente no pensamento de Bachelard, quando trabalha a questão da formação do Espírito Científico.
Mas nessa leituras todos ficou mais claro a função do Diário, ou melhor esse blog. O Diário, teria a função de anotar fatos e pesnamentos, para que possamos desenvolver e sistematizar nosso pesnamento, num processo reflexão-ação. Isso estaria contribuíndo a manter um espírito de aprendizagem.
8.18.2006
Conteúdo: Para que? e por quê?
8.17.2006
Aprendizagem por Projeto
8.08.2006
Método Clínico Piagetiano
8.03.2006
Escola Virtual

A escola virtual é uma experiência única. Envolve contatos múltiplos e frequentes de alunos com alunos, de alunos com professores, de alunos e professores com interlocutores externos, com grupos e listas de discussão sobre assuntso diversos. Envolve também participantes de projetos comuns, que buscam problematizar, discutir e dando forma a outra comunidade educativa, uma comunidade de pesquisa.

